"O que os olhos não veem o coração não sente mas geralmente aquilo que chega chegou e chegará aos ouvidos quando em acordo com os sentidos os mesmos olhos podem consentir e é a partir de então que se dará aquele sublime momento em que a derradeira lágrima cansada da incerteza decide emergir e com o tempo só com o tempo poderá vir a secar e se dissipar com o vento formando uma espessa brisa de solidão medo e angústia que pairará sobre o ar como uma nuvem carregada de malogro que poderá vir a desestruturar o verão das almas fazendo chover qualquer olhar azul e anoitecer o sol escaldante de qualquer sorriso"

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